IMPEACHMENT E CADEIA NELE JÁ!


Na Lata: acompanhe o meu raciocínio: Alexandre de Moraes construiu sua trajetória política e jurídica em São Paulo, chegou ao Supremo e, diante das graves acusações e controvérsias que hoje cercam seu nome, eu defendo que o Senado enfrente a questão do impeachment.

Entre 2002 e 2005, Alexandre de Moraes ocupou cargo no governo de São Paulo durante a gestão de Geraldo Alckmin e ganhou projeção ao atuar em episódios envolvendo rebeliões e a segurança pública paulista. Antes e depois disso, circularam alegações sobre supostas relações profissionais e negociações envolvendo integrantes do PCC, sempre cercadas de muita controvérsia. Anos depois, em 2017, Michel Temer indicou Moraes para o Supremo após a morte de Teori Zavascki, numa escolha que, na minha visão, teve forte influência política de Geraldo Alckmin. Quem pariu esse monstro foi Alckmin e quem ajudou a alimentar foi Michel Temer. Desde então, venho fazendo críticas duríssimas à atuação de Alexandre de Moraes e às denúncias e suspeitas que passaram a cercar seu nome, inclusive no escândalo do Banco Master. Na minha opinião, chegou a um ponto em que ele não tem mais condições de permanecer no STF. Por isso, defendo que os senadores cumpram seu papel institucional e enfrentem imediatamente a discussão sobre o impeachment. E, se depois de um processo regular houver comprovação de crimes, que responda na Justiça como qualquer cidadão. Também defendo anistia para Débora, conhecida como “Débora do Batom”, condenada a 14 anos. Minha gente, isso precisa ser enfrentado sem medo, sem conversa fiada e sem passar pano. Na lata!

Confira o vídeo completo no Instagram, @leleufontes.

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