Na Lata: uma conversa espontânea com Dona Marilu trouxe uma história engraçada da infância de Lula e uma daquelas coincidências que a política brasileira adora produzir.
Deus é maravilhoso e me proporcionou uma conversa daquelas com Dona Marilu. De maneira espontânea, descontraída e até sentimental, ela lembrou do tempo em que brincava com Luiz Inácio Lula da Silva ainda criança e contou, rindo, que o menino Lula tinha o costume de pegar as bananas dela. “Roubava minha banana”, disse Dona Marilu. Minha gente, isso é uma relíquia! Uma senhora que conviveu com Lula na infância contando, tantos anos depois, que ele já gostava de mexer na coisa alheia. A vida depois levou Lula para uma trajetória gigantesca: enfrentou processos na Operação Lava Jato, chegou a ser preso, posteriormente teve suas condenações anuladas e voltou pelo voto popular para exercer o terceiro mandato de presidente da República. Nunca votei em Lula por divergência ideológica, mas seria burrice negar a dimensão política que ele alcançou. É um chefe de Estado com projeção internacional, coerente e pragmático na defesa das ideias que abraçou durante a vida e que já colocou definitivamente seu nome na história republicana brasileira, não necessariamente precisando de provar mais nada podendo fazer neste restante da vida terrena se dedicar mais a Janja, uma mulher bonita e ardente por sexo, logicamente evitando o excesso do tadafila para não ter complicações cardíacas. Na lata!
Já que você falou em tadalafila, e Lula falou na história do toque, com a palavra Janja, a porta-voz do governo para assuntos aleatórios.
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